Violência nas escolas, um tema tão antigo e tão recente. Que nossas iniciativas educacionais possam aos poucos combater este grande mal existente em nossas escolas. Que nossa formação enquanto professores nos ajude a encontrar caminhos para que possamos superar toda e qualquer forma de violência nas instituições educacionais.
Grupo: Ana Carla Aprilio Rodrigues, Matrícula: 12212080423. Rafaela de Lima Barcelos, Matrícula: 13212080203. Teresinha Auxiliadora Pires, Matrícula: 13212080240.
O vídeo nos leva a refletir sobre a violência escolar em suas variáveis, mostrando que históricamente a violência sempre foi autorizada pela escola, como instrumento mantenedor da ordem e obediência.
ResponderExcluirAs microviolências de fala o professor são percebidas claramente no cotidiano escolar.
Li matéria sobre alunos bolsistas da PUC-Rio que sofrem veladamente violência por parte de colegas e de professores.Mesclam-se no mesmo contexto,assédio moral,bulling e preconceitos racial e social.
A maioria de seus professores são ex-alunos da instituição,e contribuem lamentavelmente para que esse quadro perverso se cristalize entre os abastados.
Vivenciamos agora o inverso dessa relação de poder nas escolas,respaldadas no ECA.
O quê fazer,como conduzir a educação nesta relação onde o poder de castigar foi podado da escola? Por quê há professores que conseguem criar canais de discussões destas tensões e outros não? As questões de poder estão diretamente ligadas à gestão e ao currículo.A escola é um organismo vivo, e deve ser administrado como tal.
O vídeo sobre as escolas chinesas nos instiga à várias reflexões a respeito de regras, mais do que a relação de autoridade.Senti-me bastante incomodada.Não consegui estabelecer opinião sobre tal processo pedagógico.Ao mesmo tempo,o vídeo remeteu-me ao estágio nas séries iniciais, onde me surpreendi ao ver crianças do primeiro ano sem limite algum,sem noção de respeito e disciplina.
Não há receita pronta, mas claramente não estamos acertando em nosso modo de fazer.