A Síndrome de Burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.
Essa síndrome, em âmbito educacional, está relacionada a uma
exaustão emocional e física de um profissional que batalha por um ideal e, em
geral, é muito humano.
“O envolvimento afetivo que ocorre em algumas profissões
incrementa e dá um caráter distinto às alterações experienciadas.” (PEREIRA, 2014,
p. 15)
https://www.youtube.com/watch?v=yR1bnrl3WJI
http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout/
Grupo: Anna Carolina de C. Leite; Mariana de O. Fortuna e Maíra de M. Carvalho
É interessante constatar que, ao contrário do que a maioria pensa, a síndrome de burnout nas escolas é desencadeada mais pela falta de autonomia do professor em sala de aula do que propriamente pelo o que acontece dentro dela. Ou seja, o professor se sente tolido, sem possibilidade de inovar e trabalhar de uma forma que faça com que os alunos se interessem pela aula, pela disciplina. Sendo assim, desenvolve a síndrome, uma vez que não pode ser ele mesmo, trabalhar da forma como acredita, o que causa u certo pânico pois sabe que não vai dar seu melhor e grande ansiedade por não saber como será que os alunos irão receber esse tipo de aula e ainda precisam lidar com todas as cobranças de resultados pela escola, pelos pais e ainda, pelos alunos.
ResponderExcluirAnna Carolina de C. Leite